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Donald Trump sugere novos ataques dos EUA ao Irã e comenta sobre acordos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país pode voltar a atacar o Irã e minimizou as chances de um acordo durante a cúpula da Otan em Ancara, onde se encontrou com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta quarta-feira (8) que Washington poderá voltar a realizar ataques contra o Irã "na noite de hoje". A afirmação foi feita em meio ao aumento das tensões entre os dois países, durante uma reunião bilateral com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, na cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), que está sendo realizada em Ancara.

Trump reiterou suas acusações de que o Irã não está cumprindo o cessar-fogo, além de afirmar que, "com ou sem acordo", o país jamais terá acesso a armas nucleares. O presidente americano enfatizou que a questão envolve armas nucleares e não uma mudança de regime. Ele descreveu o Irã como se comportando de maneira inaceitável e afirmou que a nação "foi destruída", sem ter certeza se as negociações com Teerã irão avançar, embora tenha reconhecido que estas podem continuar.

O presidente dos EUA considerou encerrado o acordo provisório com o Irã, embora tenha permitido que as conversas sigam em andamento. Essa declaração veio logo após os Estados Unidos realizarem novos ataques a alvos iranianos, em resposta a ações hostis contra embarcações comerciais no Estreito de Ormuz.

Em relação ao conflito na Ucrânia, Trump comentou que tanto o governo russo quanto o ucraniano buscam um acordo para pôr fim à guerra. Ele expressou a crença de que o presidente russo, Vladimir Putin, deseja concluir o conflito. Trump avaliou a reunião da Otan sobre a guerra como um "sucesso" e mencionou que ele e Zelensky estabeleceram um forte relacionamento.

Contudo, o presidente americano destacou que tanto Putin quanto Zelensky são líderes desafiadores, enfatizando que a guerra "ainda não acabou". Em uma declaração separada, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, comentou que a Rússia enfrenta dificuldades para controlar seu espaço aéreo, o que pode favorecer as negociações em favor da Ucrânia.