O presidente Lula da Silva (PT) tem adotado uma postura cautelosa em relação a assuntos internacionais, evitando discussões sobre a guerra na Ucrânia e o Governo da Rússia, além de se abster de comentar sobre o Governo de Benjamin Netanyahu em Israel. Essa mudança de comportamento é atribuída a orientações recebidas para não se envolver em polêmicas que possam prejudicar sua imagem, especialmente considerando a relação do ex-presidente Jair Bolsonaro com Israel.
A atmosfera política em Curitiba é intensa, com pré-candidatos se movimentando em busca do apoio do governador Ratinho Junior (PSD), que goza de alta popularidade. A situação é tal que representantes do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e da promotoria eleitoral estão atentas às perguntas formuladas nas pesquisas de opinião realizadas nas ruas.
Na Câmara dos Deputados, o líder da minoria, deputado Gustavo Gayer (PL-GO), está considerando a coleta de assinaturas para convocar os presidentes da Caixa, Carlos Vieira, e da FUNCEF, Ricardo Pontes. O objetivo é discutir a nomeação de Fabiano Alves, que possui vínculos com a família de Vieira, para o cargo de Gerente de Investimentos da fundação.
O ex-vice-presidente Hamilton Mourão (Rep-RS) demonstrou surpresa com a declaração do chanceler Mauro Vieira sobre a possibilidade de uma invasão americana no Brasil relacionada a facções criminosas. Mourão requereu que Vieira compareça pessoalmente à Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional para explicar suas afirmações, embora o chanceler tenha evitado suas aparições nessa comissão.
Por outro lado, o ex-governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, enfrenta críticas sobre sua candidatura ao Senado. Aliados alertam que seu comportamento agressivo durante a campanha pode prejudicar suas chances, comparando-o a Dante de Oliveira, que perdeu a eleição ao não se engajar ativamente na busca de votos. Os aliados mencionam também os riscos enfrentados por Virgínia Mendes, candidata a deputada federal, e Otaviano Pivetta, o atual governador.
Além disso, surgem relatos sobre o crescimento do Banco Master, que se beneficiou do programa de consignados do Governo da Bahia, administrado por Daniel Vorcaro. A “Revista Piauí” fez menção à advogada Lia Frank, que defendeu o banco em questões legais, e que é irmã do desembargador Roberto Frank, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), destacando a transferência de R$ 54 milhões do banco em um contexto de interesses em jogo.
