Um funcionário do Pentágono declarou neste sábado (13) que a eliminação do chefe da organização criminosa Tren de Aragua, de origem venezuelana, representa uma "mensagem clara à América Latina" sobre o comprometimento do governo de Donald Trump no enfrentamento ao narcotráfico.
Niño Guerrero foi morto em uma ação militar dos Estados Unidos, que ocorreu em colaboração com as autoridades da Venezuela. O anúncio da operação foi feito na noite de sexta-feira (12) por representantes de Washington e Caracas.
Patrick Weaver, subchefe de gabinete do secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou que a morte de Niño Guerrero é um aviso de que "não há refúgio para narcoterroristas em nosso hemisfério". Ele ressaltou que o Departamento de Guerra e a Coalizão Anticartel das Américas (A3C) continuarão a honrar a promessa do presidente Trump.
O Tren de Aragua, Fundado na Venezuela, foi classificado como organização terrorista pelos Estados Unidos e possui atuação em outros países, como Colômbia, Peru e Chile. Na sexta-feira, Trump confirmou em suas redes sociais que o Comando Sul dos Estados Unidos realizou um ataque "rápido e letal" contra Guerrero.
A postagem do presidente foi acompanhada por um vídeo de 10 segundos, que exibe uma visão aérea de um edifício cercado por vegetação antes de uma explosão que levanta uma nuvem de fumaça.
Após a operação, o governo da Venezuela confirmou que Héctor Rusthenford Guerrero Flores havia sido "neutralizado" e que ocorreram "confrontos" com membros de estruturas de crime organizado.
