Na noite de segunda-feira (15), uma arma de fogo que pertence ao ex-presidente Jair Bolsonaro foi apreendida pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) durante uma blitz de rotina em Taguatinga. A abordagem ocorreu enquanto um militar do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) dirigia o veículo em que a arma estava.
De acordo com informações, o militar do GSI possui o porte funcional de arma, que permite a agentes públicos portarem armamento em função de suas atividades. Durante a fiscalização, ele informou aos policiais que a Arma de Bolsonaro estava quebrada e que ele a levaria para conserto.
A apreensão foi registrada na 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul), que agora ficará responsável pela investigação do incidente, além de verificar a documentação e a legalidade do transporte do armamento.
A Jovem Pan tentou entrar em contato com a defesa de Jair Bolsonaro para comentar sobre a apreensão, mas até o fechamento desta reportagem não obteve retorno. O espaço permanece aberto para a manifestação da defesa.
Este episódio levanta questões sobre a posse e o porte de armas por autoridades, especialmente em situações de fiscalização, e como essas situações são tratadas pelas instituições responsáveis pela segurança pública.
