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Maria Cândida SE conecta com Mato Grosso do Sul através do rock e do empreendedorismo

A jornalista Maria Cândida intensifica suas visitas a Mato Grosso do Sul, onde se envolve com o Araruna Fest e promove discussões sobre feminismo e menopausa. Sua relação com o estado se fortaleceu após o casamento com o empresário Patrick Gontier.
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A presença de Maria Cândida em Mato Grosso do Sul tem se tornado cada vez mais frequente, especialmente em eventos como o Araruna Fest, realizado em Campo Grande. Reconhecida por sua atuação na televisão e pelo empreendedorismo feminino, a jornalista se destaca agora também no cenário do rock nacional. Durante o festival, ela desempenha um papel fundamental, ajudando na curadoria das atrações que se apresentam, o que a leva a brincar sobre ser uma das "curadoras do festival".

A relação de Maria com o estado começou anteriormente, quando realizou palestras focadas no feminismo e participou de outros eventos. No entanto, sua conexão mais profunda com Mato Grosso do Sul se deu a partir do seu relacionamento com Patrick Gontier, produtor do Araruna Fest e investidor em diversos projetos na região, incluindo o Shopping das Moreninhas. "Desde que eu casei com o Patrick, comecei a vivenciar mais Mato Grosso do Sul e a querer usar minha expertise artística para trazer novidades para cá", explica a jornalista.

Maria acredita que Campo Grande possui grande potencial para receber diferentes formatos de eventos culturais e musicais, além de iniciativas voltadas ao empreendedorismo. "É uma cidade que tem espaço para trazer outras coisas, sejam elas de música, eventos femininos ou não", afirma. A construção dessa relação com o estado é gradual, e a jornalista destaca que está em processo de conhecer melhor a cultura local, ao mesmo tempo em que os moradores também a conhecem.

Outro tema importante para Maria é a menopausa, que ela defende ser discutida abertamente. "Se você entende e aceita que é uma coisa natural, muda tudo", comenta. Essa abordagem, assim como sua trajetória no feminismo, demonstra seu compromisso com questões que afetam as mulheres, especialmente aquelas com 50 anos ou mais.

Além de seu trabalho no campo do empreendedorismo e do feminismo, Maria Cândida revela uma paixão de longa data pelo rock brasileiro, que remonta à sua adolescência nos anos 1980. Amiga de Alec, da banda Metrô, desde os 15 anos, ela esteve imersa na cena musical da época, que incluía grupos como RPM, Legião Urbana e Paralamas do Sucesso. Participar da curadoria do Araruna Fest, portanto, foi um passo natural em sua trajetória.

A escolha do cantor Frejat para a edição deste ano do festival, por exemplo, contou com sua influência direta. "Eu sugeri o Frejat porque amo. É para dançar o tempo todo", afirma. Além disso, Maria já antecipa novidades na programação, como a apresentação da banda Titãs marcada para o dia 29 de agosto em Campo Grande, indicando que sua jornada no estado está apenas começando.