O vice-governador Barbosinha está prestes a encerrar sua maratona por todos os municípios de Mato Grosso do Sul, uma ação que pretende ouvir os anseios da população e contribuir com o governador Eduardo Riedel em seu programa de municipalismo. Em entrevista, Barbosinha destacou que seu papel como vice é auxiliar, e não atrapalhar, e já se prepara para compor novamente a chapa majoritária. Ele percorreu as estradas do estado utilizando um carro, destacando sua disposição para a tarefa.
O Partido dos Trabalhadores (PT) será o primeiro a abrir oficialmente o calendário das convenções em Mato Grosso do Sul, com um encontro agendado para o dia 27. Durante essa reunião, o partido deverá homologar candidaturas, incluindo a do pré-candidato ao governo, Fábio Trad, além de definir a estratégia para a disputa eleitoral. A informação foi confirmada pelo presidente estadual da legenda, Vander Loubet, que também é pré-candidato ao Senado.
Após o evento do PT, as demais legendas seguirão para a fase decisiva rumo às eleições. O prazo final para a realização das convenções se encerra no dia 5 de agosto, momento em que os partidos devem definir suas candidaturas e estratégias para o pleito.
Em outro aspecto, a bancada federal de Mato Grosso do Sul recebeu R$ 311 milhões em emendas liberadas pelo governo federal, às vésperas do período eleitoral. Esse período, conhecido como defeso eleitoral, é caracterizado por restrições em diversas ações da administração pública, que vão desde três meses antes do primeiro turno das eleições até a posse dos eleitos. A liberação de recursos não fez distinção entre parlamentares da base governista e oposicionistas, evidenciando um ambiente de paz e harmonia durante as discussões sobre emendas, mesmo em meio a críticas ao governo.
Por fim, enquanto muitos parlamentares criticam o Planalto durante os discursos, o clima nas discussões sobre verbas públicas tende a ser mais conciliador, refletindo a necessidade de recursos em um momento de dificuldades econômicas para a população. A situação revela um paradoxo nas relações políticas, onde a liberação de emendas é vista como uma oportunidade de unir interesses, independentemente de posicionamentos políticos individuais.
