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Troca de prisioneiros entre Ucrânia e Rússia repatria 370 militares

Em uma nova rodada de troca de prisioneiros de guerra, Ucrânia e Rússia repatriaram 185 soldados cada, além de um civil. A operação é parte de um acordo maior mediado pelos Estados Unidos.
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Nesta sexta-feira (5), Ucrânia e Rússia realizaram uma nova troca de prisioneiros de guerra, com cada nação repatriando 185 militares. Além dos soldados, a Ucrânia também recebeu um civil durante a operação. Este evento representa a segunda etapa de um acordo que visa a troca de 1.000 prisioneiros de cada lado.

A troca ocorreu em meio a um cessar-fogo de três dias, que foi intermediado pelos Estados Unidos em maio. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, compartilhou detalhes sobre a operação em uma publicação em sua conta no X. Em sua declaração, ele destacou que entre os repatriados estão aqueles que estavam em cativeiro na Rússia desde 2022 e expressou agradecimento a todos que contribuíram para a realização da troca.

Zelensky reiterou que o retorno dos cidadãos ucranianos é uma prioridade constante para o governo da Ucrânia. "O trabalho continua. O retorno do nosso povo é uma prioridade constante para a Ucrânia. Todos os dias, trabalhamos para libertar cada ucraniano e ucraniana do cativeiro", afirmou o presidente.

Os militares russos que foram libertados foram levados para Belarus, onde estão recebendo atendimento médico e psicológico, conforme informou o Ministério da Defesa da Rússia. Após essa fase inicial, eles serão transferidos para a Rússia para tratamento e reabilitação.

Essa troca de prisioneiros foi mediada pelos Emirados Árabes Unidos, que já participaram de outras negociações envolvendo os dois países. O esforço contínuo para a troca de prisioneiros reflete a complexidade e a persistência do conflito que se arrasta entre Ucrânia e Rússia desde 2022.