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João Batista da Costa Marques sofre assalto em sua residência em Campo Grande

O desembargador aposentado foi vítima de um assalto em sua casa no Jardim Autonomista, onde teve cerca de R$ 800 furtados. Este é o segundo incidente do tipo em sua residência.
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Na manhã deste domingo (3), o desembargador aposentado João Batista da Costa Marques, de 80 anos, foi assaltado dentro de sua casa localizada no Jardim Autonomista, em Campo Grande. O crime aconteceu por volta das 8h25, exatamente no momento em que o magistrado havia dispensado sua guarda pessoal, que estava presente na residência até cerca das 7h. Esta é a segunda vez que o desembargador é alvo de um assalto em sua própria residência.

De acordo com relatos de João Batista, o ladrão conseguiu acessar sua casa ao pular o muro de um vizinho e quebrar uma das janelas. Ao se deparar com o criminoso, o desembargador rapidamente fechou a porta do quarto, acreditando que o ladrão poderia pensar que ele estava armado. Em meio à situação, o assaltante conseguiu furtar cerca de R$ 800 que estavam em sua carteira.

Após o incidente, João Batista relatou que acordou ao ouvir barulhos estranhos dentro de casa, como se alguém estivesse mexendo em suas gavetas. O desembargador imediatamente acionou a segurança do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, que compareceu rapidamente ao local. Apesar do susto e da perda financeira, ele não notou a falta de outros pertences materiais e a ocorrência foi registrada pela Polícia Civil.

A segurança na residência do desembargador aposentado já havia sido um tema em pauta anteriormente. Em julho de 2010, ele foi vítima de um assalto na mesma casa, onde três homens armados invadiram o local, agredindo-o e levando diversos itens, incluindo um relógio Rolex e cerca de R$ 8 mil. Na época, o episódio ocorreu três dias após a criação da Comissão Permanente de Segurança Institucional, dedicada à proteção de juízes e servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul.

Apesar da gravidade do primeiro incidente, a assessoria de comunicação do Tribunal de Justiça negou que João Batista tenha sido agredido durante o assalto. A situação atual, no entanto, levanta novamente questões sobre a segurança e a integridade dos magistrados na região, especialmente para aqueles que, como o desembargador, já enfrentaram experiências traumáticas semelhantes.