ANUNCIE AQUI TOPO

Interações inesperadas marcam cúpula do G7 na França

Líderes mundiais se reuniram em Évian para discutir assuntos globais, com momentos inusitados envolvendo futebol, elogios e hábitos pessoais. Destaques incluem provocações sobre a Liga dos Campeões e diálogos descontraídos entre os chefes de Estado.
Presidente Lula (PT) durante sua chegada ao G7, em Évian-les-Bains, na França —
Presidente Lula (PT) durante sua chegada ao G7, em Évian-les-Bains, na França —

A cúpula do G7 realizada em Évian, França, revelou interações inusitadas entre os líderes mundiais, com momentos memoráveis que foram registrados durante os três dias de encontros. Donald Trump, ex-presidente dos EUA, ocupou o centro das atenções com suas declarações e brincadeiras, enquanto outros líderes de países como Alemanha, Canadá, França, Itália, Japão e Reino Unido também contribuíram para a atmosfera descontraída.

Uma das situações mais notáveis ocorreu durante uma sessão matinal, quando a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, foi ouvida pedindo um café. Seu homólogo alemão, Friedrich Merz, aproveitou para perguntar se ela não queria um cigarro, revelando estar ciente de seus hábitos. Meloni, no entanto, informou que havia parado de fumar, o que levou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, a parabenizá-la pela decisão.

As provocações em torno do futebol também marcaram a cúpula. O emir do Catar, xeique Tamim bin Hamad Al Thani, que estava presente como convidado, não perdeu a oportunidade de cutucar o presidente francês, Emmanuel Macron, um notório torcedor do Olympique de Marseille, rival do Paris Saint-Germain. O xeique afirmou que Macron não estava realmente feliz com a vitória do PSG na Liga dos Campeões, ao que o presidente francês respondeu que, como se trata de um time francês, sua felicidade era genuína.

Além das interações sobre esportes, Trump também teve um momento de descontração ao elogiar um jornalista dos Emirados Árabes Unidos, chamando-o de “cara bonito” e comentando sobre sua habilidade de manter a voz baixa durante uma pergunta. O chanceler alemão, Friedrich Merz, fez uma entrega simbólica a Trump, presenteando-o com uma camisa da seleção alemã de futebol, que continha seu sobrenome e o número 47, em homenagem ao seu aniversário de 80 anos, completado recentemente.

Ao entrar na sessão final da cúpula, Trump fez uma declaração que chamou a atenção: “Eu sou o chefe”. O comentário gerou risadas entre os presentes, enquanto Macron, o anfitrião, respondeu de forma leve, perguntando como ele estava. Trump, por sua vez, respondeu que estava bem, antes de tomar seu lugar à mesa, reforçando seu estilo direto e provocador.

Esses momentos revelam não apenas a dinâmica entre os líderes, mas também uma faceta mais leve de uma cúpula que, em sua essência, discute questões globais sérias e desafiadoras. A interação entre os diferentes chefes de Estado e de Governo oferece uma visão intrigante sobre como as relações internacionais podem ser moldadas por laços pessoais e conversas informais.