Ao atender a chamada, a mulher ficou surpresa e perguntou o que havia acontecido. Em seguida, sem que ela tivesse compartilhado qualquer informação, a tela de seu celular, um Xiaomi 14 Pro, ficou preta e o aparelho começou a apresentar falhas graves, tornando-se inutilizável. De acordo com a vítima, não houve fornecimento de dados pessoais, compartilhamento de tela, cliques em links, instalação de aplicativos ou autorização para acesso remoto.
Após a ligação, a mulher notou movimentações bancárias suspeitas que não reconhecia. O total das transferências não autorizadas somou R$ 3.961, sendo realizadas via Pix nos valores de R$ 990, R$ 1.500, R$ 1 mil e R$ 471. Ela enfatizou que não realizou nem autorizou nenhuma dessas operações e que não possui qualquer relação comercial com as contas que receberam os valores.
A vítima tomou a iniciativa de registrar um Boletim de Ocorrência e solicitou às autoridades que adotem medidas para identificar o usuário da linha telefônica utilizada na ligação, assim como os titulares das contas que receberam os valores subtraídos. Além disso, ela requer o rastreamento das quantias e a tentativa de bloqueio ou recuperação dos valores transferidos.
A mulher também pediu a preservação dos dados das transações, incluindo chaves Pix, contas destinatárias, endereços IP, dispositivos utilizados, horários das operações e informações de geolocalização que possam auxiliar na investigação.
