Nesta terça-feira (19), as autoridades das Maldivas informaram sobre a recuperação dos corpos de dois mergulhadores italianos que haviam desaparecido durante uma expedição subaquática. As vítimas foram localizadas a 60 metros de profundidade em uma caverna no Atol de Vaavu, onde mergulhadores da Finlândia e locais realizaram uma operação de resgate.
Os corpos resgatados eram de um homem e uma mulher, que foram levados ao necrotério da capital, Male. Mohamed Hussain Shareef, porta-voz do governo, confirmou que os mergulhadores foram retirados da terceira câmara da caverna, que é o ponto mais profundo da área, com 70 metros de profundidade. A legislação local estabelece que a profundidade máxima permitida para mergulho recreativo é de 30 metros.
As buscas pelos mergulhadores desaparecidos começaram após o desaparecimento do grupo na última quarta-feira (14). A equipe de resgate iniciou os trabalhos e, ao meio-dia, confirmou a falta dos quatro italianos. Durante o procedimento, um dos corpos foi encontrado, identificando-se a vítima como Monica Montefalcone.
Além de Monica, as outras vítimas foram identificadas como Giorgia Sommacal, filha de Monica, e os colegas Muriel Oddenino, Gianluca Benedetti e Federico Gualtieri. As operações de resgate foram intensificadas, mobilizando barcos, aeronaves e equipes de mergulho para localizar os desaparecidos.
Na segunda-feira (18), as autoridades locais anunciaram que os quatro corpos dos mergulhadores tinham sido localizados. A recuperação dos outros dois corpos está prevista para ocorrer na próxima quarta-feira (20). A tragédia destaca os riscos associados ao mergulho em profundidades superiores às permitidas, especialmente em áreas com condições desafiadoras.
