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Confronto com a Polícia Resulta na Morte de Suspeito de Homicídio em Maracaju

João Vitor de Souza Rolon, de 20 anos, conhecido como 'Blindado', foi morto durante ação do Batalhão de Choque. Ele era investigado pela execução de Kátia Lima Chimenes, assassinada em sua casa.
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João Vitor de Souza Rolon, de 20 anos, conhecido como "Blindado", foi morto em um confronto com policiais do Batalhão de Choque. O jovem era apontado como membro da facção criminosa Comando Vermelho e estava sob investigação pelo homicídio de Kátia Lima Chimenes, de 36 anos, que foi executada com um tiro na cabeça na noite do dia 20 de um mês recente, em Maracaju, localizada a 159 quilômetros de Campo Grande. Um mandado de prisão por homicídio já estava em aberto contra ele.

Kátia foi assassinada em sua residência, situada na Vila Juquita, onde dois homens invadiram a casa pelos fundos. A motivação do crime ainda é desconhecida e segue sendo investigada pela Polícia Civil. O filho menor de idade da vítima estava presente no momento da execução e relatou à polícia que os suspeitos, vestidos com roupas escuras e capacetes, se aproximaram da casa pela área posterior ao imóvel, nas proximidades da antiga estação ferroviária. Um dos criminosos entrou pela janela da cozinha, enquanto o outro ficou do lado de fora. Kátia estava na sala quando foi atingida.

O companheiro de Kátia também estava na residência e, ao ouvir o disparo, foi verificar o que havia ocorrido. Ao sair de um dos quartos, encontrou a mulher caída no chão. Conforme seu depoimento, um dos invasores apontou uma arma para ele, ordenando que abaixasse a cabeça. Ele relatou que ouviu o gatilho sendo acionado, mas a arma falhou. Após o ocorrido, os suspeitos fugiram pela mesma janela utilizada para entrar.

Além do homicídio de Kátia, João Vitor era investigado por uma tentativa de homicídio ocorrida na última terça-feira em Maracaju, no Bairro Manoel das Neves. Ele foi socorrido ao pronto-socorro do Hospital e Maternidade Associação Beneficente de Rio Brilhante, mas não sobreviveu aos ferimentos. João Vitor deu entrada na unidade de saúde às 10h30, pouco após ser baleado.

A abordagem policial ocorreu após uma denúncia anônima que informava que João Vitor havia recebido um revólver calibre .38 em sua casa. Ao chegarem ao local, os policiais avistaram o jovem no portão e deram voz de abordagem. Segundo a versão policial, ao ser chamado, ele sacou uma arma e a apontou em direção à equipe, levando o comandante a efetuar três disparos para neutralizar a ameaça. Após a ação, o apoio da equipe policial de Rio Brilhante foi solicitado para preservar o local do confronto. O Batalhão de Choque então conduziu João Vitor ao hospital para que recebesse atendimento médico.