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Carlos Bolsonaro critica operação da PF na casa do pai e pede fim da ‘tortura’

Carlos Bolsonaro se manifestou contra a operação da Polícia Federal realizada na residência de Jair Bolsonaro, pedindo o fim do que considera tortura. Ele também criticou o presidente Lula e comparou a situação do pai a outros casos de impunidade.
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O pré-candidato ao Senado Carlos Bolsonaro (PL-SC) se pronunciou nesta quarta-feira (8) sobre a ação da Polícia Federal (PF) que ocorreu na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, localizada em Brasília. Em uma postagem nas redes sociais, Carlos descreveu a situação do pai como uma perseguição, clamando pelo fim do que ele chamou de 'tortura'.

Carlos Bolsonaro expressou seu descontentamento com a situação ao afirmar: 'Meu Deus do céu, Meu Deus do céu…. Por favor, parem de torturar meu Pai.' A declaração reflete a indignação que a família sente em relação ao que considera uma série de injustiças direcionadas ao ex-presidente.

Em sua manifestação, o filho do ex-presidente destacou que a família não suporta mais a sequência de perseguições e injustiças que têm sido impostas a Jair Bolsonaro, reiterando: 'Ninguém aguenta mais tanta perseguição, injustiça e tortura.'

Além de criticar a operação, Carlos também direcionou ataques ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao filho do petista, além de fazer menções a líderes de facções criminosas, embora não tenha apresentado provas para sustentar suas alegações. Ele afirmou: 'Enquanto isso o filho do Lula, o lula e os chefes da facção não sofrem nenhuma cosquinha frente a todos os escândalos financeiramente revelados diariamente.'

A operação da Polícia Federal, que teve início na manhã desta quarta-feira, visava cumprir um mandado de busca e apreensão emitido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Durante a ação, os agentes buscavam armas, munições e documentos de registro na residência de Jair Bolsonaro.

A operação durou menos de uma hora e, conforme a defesa do ex-presidente e a PF, nenhum armamento foi encontrado no local. A medida foi desencadeada após Alexandre de Moraes identificar inconsistências nas informações fornecidas pela defesa sobre a localização de duas armas registradas em nome de Jair Bolsonaro. De acordo com os advogados, uma das armas, uma espingarda, está em uma empresa importadora de materiais bélicos em Caxias do Sul (RS), enquanto a outra, uma pistola Glock, foi apreendida anteriormente com um ex-segurança do ex-presidente no Distrito Federal.