A Prefeitura de Dourados confirmou a quarta morte por Chikungunya em reservas indígenas e reconheceu uma situação de epidemia nas aldeias Jaguapiru e Bororó. As mortes ocorreram em um intervalo de apenas 20 dias, evidenciando o avanço acelerado da doença na região.
Até o momento, foram notificados 407 casos entre indígenas, com 202 confirmados. Na área urbana de Dourados, o número de notificações também cresceu, totalizando 912, com 379 casos confirmados. Não há registro de mortes fora das reservas indígenas.
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Para conter o avanço da doença, a Prefeitura mobilizou uma força-tarefa composta por equipes da Secretaria Municipal de Saúde, com apoio do Governo do Estado e da Prefeitura de Itaporã. As ações incluem vistorias em imóveis, tratamento de locais e identificação de focos do mosquito Aedes aegypti.
A chikungunya é transmitida pelo mosquito e provoca sintomas como febre alta e dores intensas. O histórico da doença no Estado mostra oscilações, com registros de mortes em anos anteriores e uma situação preocupante em 2025, quando foram confirmadas seis mortes.