Partidos que não conseguiram cumprir a cláusula de barreira em 2022 ainda recebem R$14,4 milhões por mês do Fundo Partidário. Entre eles estão Avante, Cidadania, PCdoB, PRD, PV, Solidariedade e Rede, que utilizam federações partidárias para manter acesso à propaganda gratuita e aos recursos eleitorais. O PRD, após fusão com o Patriota, conta com apenas quatro deputados federais e recebe R$3 milhões mensais.
Os repasses mensais do Fundo Partidário incluem R$1,8 milhão para o Cidadania, em federação com o PSDB; R$1,14 milhão para a Rede, unida ao Psol; e R$2,93 milhões para o Solidariedade. O PCdoB, com nove deputados, e o PV, com quatro, recebem R$1,8 milhão e R$1,14 milhão, respectivamente, e são considerados aliados do PT. O Avante, com apenas oito deputados, recebe R$2,52 milhões mensais e ainda não estabeleceu federação para 2026.
Um importante ministro do governo Lula teria tentado extorquir um empresário brasileiro durante uma reunião em Miami, levando a advogados a aconselhar a denúncia ao Departamento de Justiça dos EUA. O caso gerou alvoroço no Planalto, onde se busca evitar impactos nas campanhas eleitorais.
Dirigentes partidários, como o presidente do Republicanos, Marcos Pereira, projetam que as novas regras eleitorais podem limitar o cenário político a apenas 10 a 12 partidos ou federações. Em um contexto de eleições, o Polymarket registrou R$1,45 milhão em apostas sobre a presidência brasileira, enquanto o senador Eduardo Girão busca criar regras mais rigorosas para o uso de jatinhos da FAB por autoridades.
