De acordo com os cálculos elaborados por Marinho, o Governo Federal teria ultrapassado o teto de gastos com publicidade em 27% durante os seis primeiros meses de 2026. O total de recursos utilizados em publicidade institucional chegaria a R$ 785,7 milhões, conforme os dados apresentados.
Entre as informações levantadas, destaca-se que a campanha “Tempo com a Família”, voltada para a defesa do Fim da Escala 6 x 1, teria custado aos cofres públicos a quantia de R$ 80 milhões. Essa cifra é parte do total contestado por Marinho nas representações.
Até o presente momento, não houve pronunciamento por parte da Secretaria de Comunicação Social (Secom) ou do próprio presidente Lula a respeito das alegações feitas pelo senador. A ausência de resposta oficial pode agravar ainda mais a situação em um cenário político já conturbado.
Essas movimentações de Marinho refletem um esforço da campanha de Flávio Bolsonaro para questionar a gestão atual e os gastos do Governo Federal, especialmente em um período em que a transparência e a responsabilidade fiscal são temas centrais no debate público.
As representações no TCU e na PGR podem desencadear investigações sobre a utilização de recursos públicos e a legalidade dos gastos em publicidade, o que poderá ter repercussões significativas na política brasileira, especialmente considerando a proximidade das eleições de 2026.
