Em resposta às acusações, Flávio Bolsonaro afirmou: "É preciso separar os inocentes dos bandidos. No nosso caso, o que aconteceu foi um filho procurando patrocínio privado para um filme privado sobre a história do próprio pai. Zero de dinheiro público. Zero de Lei Rouanet". Essa declaração foi enviada à imprensa, reforçando sua posição de que não houve utilização de recursos públicos no financiamento do filme.
Com a definição de Kassio Nunes Marques como relator, os desdobramentos das investigações sobre o filme Dark Horse e suas implicações para a imagem do ex-presidente Jair Bolsonaro e de sua família seguem no radar das autoridades eleitorais, em um contexto de crescente atenção sobre o financiamento de produções audiovisuais vinculadas a figuras políticas.
