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Falta de Transparência em Dados de Multas de Trânsito em Campo Grande

Órgãos de trânsito de Campo Grande não divulgam informações sobre as ruas com maior número de infrações, levantando questionamentos sobre a fiscalização. A Agetran afirma ter acesso aos dados, mas se recusa a compartilhá-los.
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Os órgãos responsáveis pelo trânsito em Campo Grande têm se mostrado reticentes em fornecer informações sobre as vias que mais concentram infrações. A Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) confirmou que seus sistemas permitem consultas detalhadas, mas não repassou os dados solicitados, gerando descontentamento entre motoristas e autoridades locais. A recusa em compartilhar essas informações pode estar relacionada a uma avaliação sobre a eficácia da fiscalização nessas áreas.

Em uma visita à Funcraf, a prefeita Adriane Lopes (PP) foi questionada sobre a frequência com que realizava exames de saúde auditiva. Durante a visita, a prefeita passou por um check-up auditivo que incluiu otoscopia e audiometria, recebendo a confirmação de que sua saúde auditiva está em boas condições, após um longo período sem exames.

A Prefeitura de Campo Grande convocou, de forma urgente, técnicos de dez órgãos municipais, incluindo saúde e habitação, para uma reunião extraordinária. O objetivo do encontro é discutir a elaboração de um plano de redução de riscos na cidade, focando em questões como alagamentos, drenagem e ocupações em áreas vulneráveis. A reunião está agendada para o dia 29 de maio de 2026.

Em outro desdobramento, a prefeita indeferiu o pedido de reconsideração do ex-guarda civil metropolitano Jackson Alves Ramão, mantendo sua demissão do serviço público municipal. Ramão havia sido demitido após agredir um jovem de 27 anos, conhecido como “Buguinho”, em junho do ano passado, enquanto o jovem já estava dominado. O colega de Ramão, Renne Mendes, também foi demitido pelo mesmo incidente.

No setor cultural, o Estado de Mato Grosso do Sul anunciou um repasse de R$ 450 mil para financiar parte do show da dupla Mato Grosso & Mathias durante a 50ª Expoverde, que ocorrerá em Rio Verde de Mato Grosso. O convênio, publicado no Diário Oficial, também regulamenta o cadastro de médicos que poderão emitir notas técnicas em ações relacionadas à saúde suplementar, inicialmente nas comarcas de Corumbá, Dourados e Três Lagoas.

Cada nota técnica emitida por um médico credenciado terá um custo de R$ 400, a ser pago pelas operadoras de saúde. O pagamento pode ser realizado por depósito judicial ou diretamente ao profissional, conforme a decisão judicial. O cadastramento de médicos para essa função será contínuo.