O governador Eduardo Riedel participou nesta sexta-feira (15/5) do encerramento do XVII Congresso de Direito Público & Empresarial do Centro-Oeste, que teve como foco principal os efeitos da Reforma Tributária em Mato Grosso do Sul. Ele enfatizou que a combinação de um ambiente de negócios favorável, crescimento econômico e investimentos públicos substanciais prepara o Estado para as mudanças tributárias que se aproximam nos próximos anos.
Riedel afirmou que o governo está empenhado em construir um Estado mais competitivo, proporcionando serviços públicos de qualidade e uma gestão eficiente. Ele destacou que Mato Grosso do Sul se encontra em uma posição privilegiada para lidar com as mudanças tributárias, apresentando um equilíbrio fiscal e a capacidade de realizar grandes investimentos públicos. “Estamos fazendo nosso dever de casa e acompanhamos o crescimento da economia estadual”, declarou.
Durante sua fala, o governador ressaltou o crescimento contínuo do Estado, que tem atraído investimentos privados significativos, gerando empregos e novas oportunidades para a população. Ele também mencionou uma força-tarefa da gestão estadual voltada para melhorar a logística e a infraestrutura, além de garantir serviços públicos de qualidade em diversos setores.
Riedel ainda abordou a transformação econômica que Mato Grosso do Sul está experimentando, com a diversificação das cadeias produtivas e um compromisso com questões globais, como sustentabilidade, transformação energética e segurança alimentar. Sobre a Reforma Tributária, ele reconheceu que a fase inicial pode ser desafiadora tanto para o setor público quanto para o privado, mas expressou esperança de que a mudança leve a um sistema mais simples.
O XVII Congresso, realizado no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, consolidou-se como uma plataforma importante para debates jurídicos no Brasil. O evento ocorreu entre os dias 13, 14 e 15 de maio em Campo Grande e contou com a participação de especialistas discutindo diversos temas relevantes. A programação incluiu debates sobre as transformações estruturais do sistema jurídico brasileiro, com destaque para a Reforma Tributária, abordando tópicos como não cumulatividade, split payment, novos modelos de fiscalização e a constituição e cobrança do crédito tributário.
Além disso, foram discutidos temas como governança pública, federalismo cooperativo, controvérsias em torno da lei de licitações, reforma do Código Civil e planejamento sucessório, assim como as mudanças trazidas pela tecnologia e pela inteligência artificial no sistema de justiça.
