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Ministro do Empreendedorismo destaca benefícios do fim da Escala 6 x 1 para pequenos negócios

Paulo Pereira, ministro do Empreendedorismo, afirma que a proposta em discussão no Congresso Nacional irá fomentar o empreendedorismo no Brasil, beneficiando micro e pequenas empresas.
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Em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, realizado na terça-feira (28), Paulo Pereira, ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, expressou sua convicção de que a proposta de fim da Escala 6 x 1, atualmente em debate no Congresso Nacional, trará benefícios significativos para micro e pequenos empreendedores.

Pereira argumentou que, caso a medida seja aprovada, haverá um aumento no número de pessoas empreendendo no Brasil. Ele mencionou que muitos indivíduos poderão utilizar o novo espaço para gerar renda, explorar aplicativos, oferecer novos serviços e se preparar para mudanças em suas carreiras. O ministro exemplificou a situação de alguém que, mesmo em um emprego, pode decidir fazer um curso de enfermagem ou aprender sobre banco de dados, com a intenção de mudar de carreira no futuro.

Durante a conversa, o ministro também destacou que as pequenas empresas, que possuem funcionários, representam entre 0% e 15% do total de empreendedores no Brasil, o que corresponde a uma população de 4 a 5 milhões de indivíduos. Ele ressaltou a importância de criar mecanismos que minimizem os impactos negativos da transição para o fim da Escala 6 x 1.

“O governo está se esforçando para criar mecanismos de suavização desse impacto. Pode ser um benefício fiscal? Pode ser algum apoio? Mais crédito? O objetivo é estabelecer uma regra que beneficie a todos, promovendo o empreendedorismo e permitindo que as pessoas empreendam mais”, explicou Pereira.

O ministro também observou que a informalidade ainda é uma realidade para dois terços dos empreendedores no Brasil, tornando essencial o programa Novo Desenrola para pessoas físicas. Na primeira edição do projeto, mais de 15 milhões de brasileiros conseguiram negociar suas dívidas.

Pereira mencionou que o governo está avaliando um modelo alternativo que não prevê o perdão total das dívidas, mas sim a troca de uma dívida cara por uma mais acessível. “O esforço do presidente é garantir mais crédito, redução da dívida e melhores condições para que essas empresas possam prosperar”, concluiu.