O Tesouro Nacional estima que o ápice das despesas com precatórios fora da meta fiscal ocorrerá em 2028, com o pagamento de R$ 98,7 bilhões. Depois, os valores fora do limite passarão a cair até zerarem em 2036.
Para 2026, a previsão é gastar R$ 57,8 bilhões. Precatórios são dívidas dos governos decorrentes de decisões judiciais.
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Uma emenda à Constituição promulgada no ano passado retirou esses pagamentos do cálculo de resultado primário do governo, com uma inclusão gradual a partir de 2027. Em 2027, a projeção é que os precatórios cheguem a R$ 96 bilhões.
Após o pico no ano seguinte, começa uma queda, com R$ 91,3 bilhões em 2029 e R$ 85,1 bilhões em 2030. A sequência descendente continua até chegar a R$ 21,6 bilhões em 2035, último ano em que os pagamentos fora da meta estão previstos.