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Tarcísio de Freitas lidera intenção de voto ao Governo de São Paulo, superando Fernando Haddad

Uma pesquisa recente indica que Tarcísio de Freitas, atual governador, registra 46% das intenções de voto, enquanto Fernando Haddad aparece com 30%. O cenário TAMBÉM mostra Tarcísio com chances de vencer no primeiro turno.
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Uma pesquisa Datafolha, realizada entre os dias 1º e 3 de julho de 2026, revelou que Tarcísio de Freitas, do Republicanos, lidera a corrida pelo Governo de São Paulo, com 46% das intenções de voto. O ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad, do PT, ocupa a segunda posição, com 30%.

Outros candidatos à esquerda de Haddad TAMBÉM aparecem na pesquisa: Vera Lúcia, do PSTU, com 5%; Vivian Mendes, da UP, com 4%; e Carlos Machado, do PCB, TAMBÉM com 4%. Os votos brancos, nulos ou em ninguém somam 8%, enquanto 3% dos entrevistados não souberam responder.

Considerando apenas os votos válidos, Tarcísio tem 52%, em comparação a 34% de Haddad, o que indica uma possibilidade de vitória já no primeiro turno, uma vez que é necessário alcançar 50% dos votos válidos mais um.

Em um eventual segundo turno, Tarcísio de Freitas mantém a liderança, com 53% das intenções de voto, enquanto Haddad ficaria com 37%. Do total de entrevistados, 8% optariam por votos brancos, nulos ou em nenhum dos candidatos, e 2% não souberam informar.

Desde o último levantamento feito em março, a intenção de voto para Tarcísio oscilou apenas um ponto percentual, enquanto Haddad manteve o mesmo índice. O governador tem se apoiado em uma ampla aliança, que inclui o PL do senador Flávio Bolsonaro, o PP do senador Ciro Nogueira e o PSD de Gilberto Kassab, além do MDB do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, e do Novo, liderado pelo ex-governador Romeu Zema.

No que diz respeito à rejeição, Fernando Haddad aparece como o pré-candidato mais indesejado, com 47% dos entrevistados afirmando que não votariam nele. Em contraste, Tarcísio é rejeitado por 29% dos entrevistados. A taxa de aprovação do governador TAMBÉM se mantém estável, com 45% dos eleitores considerando sua gestão ótima ou boa, enquanto 32% a veem como regular e 20% como ruim ou péssima.