Sandro Alex, ex-secretário e pré-candidato pelo PSD na disputa pelo Governo do Estado do Paraná, teve sua primeira aparição nas pesquisas eleitorais com 6% das intenções de voto, conforme a pesquisa Quaest, divulgada nesta segunda-feira (27). Ratinho Junior, governador do estado, assumiu o papel de coordenador da campanha, destacando-se como uma figura central na estratégia eleitoral.
A churrascada realizada por Ratinho na fazenda Ubatuba, em Apucarana, no último fim de semana, reuniu mais de duzentos prefeitos e marcou o início da corrida eleitoral de Sandro Alex. O evento serviu não apenas para celebrar os 45 anos do governador, mas também para consolidar a união do grupo político em torno da candidatura de Alex.
Na pesquisa, Sergio Moro, do PL, lidera com uma faixa de 35% a 42% das intenções de voto, dependendo dos adversários. Requião Filho, do PDT, aparece em segundo lugar, variando entre 18% e 24%, conforme a presença ou ausência de Rafael Greca, do MDB. Greca, por sua vez, ocupa a terceira posição com 15%, enquanto Luiz França, do PSD, e Tony Garcia, do DC, estão empatados com 1% a 2%.
A análise dos números sugere que o desempenho de Sandro Alex pode ser interpretado de forma positiva, considerando que sua candidatura foi anunciada há apenas duas semanas. O percentual de 6% que ele alcançou é o mesmo que Guto Silva, ex-secretário das Cidades, mantinha em suas pesquisas de intenção de voto durante quase um ano. Isso indica um início promissor para Alex, que ainda tem espaço para crescer, uma vez que 78% dos paranaenses entrevistados não o conhecem.
Adicionalmente, a rejeição a Sandro Alex é de 13%, a segunda menor entre os candidatos, perdendo apenas para Luiz França, que possui uma rejeição de 7%. Em um possível segundo turno, a dinâmica dos votos pode ser afetada, especialmente se Requião Filho não for o adversário, o que poderia beneficiar o candidato que herdar os votos da esquerda.
A pesquisa também revela que 32% dos eleitores já decidiram seu voto, enquanto 67% afirmaram que podem mudar de candidato até o dia da eleição, que está marcado para 4 de outubro. Essa flexibilidade no eleitorado pode ser um fator crucial nas estratégias de campanha de todos os candidatos.

