A Rússia e a China apelaram por soltura do ditador venezuelano Nicolás Maduro. O representante da Rússia nas Nações Unidas, Vasily Nebenzya, condenou a operação militar dos EUA na Venezuela, que resultou na prisão de Maduro e sua esposa, Cilia Flores.
A Rússia exigiu a libertação imediata dos dois. O embaixador russo descreveu a ação militar dos EUA como um ato de agressão e alertou que a ordem mundial baseada em regras tem sido aplicada seletivamente, gerando consequências negativas para a estabilidade internacional.
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A China também renovou sua condenação à operação americana em solo venezuelano durante a reunião na ONU. O representante chinês afirmou que nenhum país no mundo tem poder para atuar como polícia ou tribunal internacional.
O Secretário-Geral da ONU, António Guterres, expressou sua profunda preocupação com a ação militar dos EUA na Venezuela e pediu ao Conselho de Segurança que respeite o direito internacional. Os EUA negaram que estejam em guerra com a Venezuela e rejeitaram a ideia de que a prisão de Maduro e a subsequente decisão de governar o país até que ocorra uma transição política constituam uma ocupação.