Romeu Zema, pré-candidato à presidência da República pelo Novo, declarou que, SE eleito, sua primeira ação será propor ao Congresso Nacional um novo Supremo Tribunal Federal (STF). A afirmação foi feita em um evento em São Paulo no dia 16, onde apresentou as diretrizes do seu plano de governo.
Zema criticou a atuação atual do STF, associando-a ao aumento da criminalidade e corrupção. Ele sugeriu que a prisão de dois ministros da Corte seria uma medida necessária e afirmou que sua proposta visa acabar COM o que chamou de "farra dos intocáveis". Zema destacou que a nova estrutura do STF exigiria que seus membros prestassem contas de suas ações.
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Entre as mudanças propostas, está a proibição de parentes de ministros de manterem negócios jurídicos e a definição de uma idade mínima de 60 anos para indicações à Corte, além de um mandato máximo de 15 anos. Ele enfatizou que essas alterações são um passo inicial para a moralização do Judiciário.
Durante seu discurso, o ex-governador de Minas Gerais também criticou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmando que ele tem interesses pessoais que impedem o avanço de investigações relacionadas ao STF. Zema argumentou que, além de remover ministros, seria necessário responsabilizá-los criminalmente para garantir uma democracia justa.
Zema SE envolveu em uma disputa verbal recente COM o ministro do STF, Gilmar Mendes, a quem chamou de responsável pela crise moral no país. Mendes, por sua vez, respondeu às críticas de Zema, destacando que a Corte havia tomado decisões favoráveis ao ex-governador durante sua gestão em Minas Gerais.
O pré-candidato reafirmou suas convicções sobre as decisões do STF, dizendo que, apesar de inicialmente acreditar que tinham fundamentos legais, agora vê que foram tentativas de controlá-lo. A proposta de um novo STF busca refletir seu compromisso COM a reforma do sistema judiciário brasileiro.