Reza Pahlavi, filho do último xá do Irã, aposta na asfixia econômica para derrubar o regime. Exilado nos EUA, ele convoca greves no setor de petróleo enquanto a moeda nacional perde 50% do valor em 2025.
A estratégia atrai atenção de Donald Trump, que sinalizou apoio aos protestos mas mantém cautela sobre a oposição. O cenário econômico, marcado por má gestão, sanções e gastos militares, alimenta a maior onda de manifestações desde 2022, quando protestos após a morte de Mahsa Amini mobilizaram o país.
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Pahlavi defende a desobediência civil como estratégia para derrubar o regime. Em suas mensagens, convoca a população a ocupar e manter centros urbanos sob controle dos manifestantes.
Ele promete retornar ao Irã quando a “revolução nacional” vencer, uma aposta na queda iminente da República Islâmica. A estratégia de Pahlavi mira o coração da economia iraniana.