O advogado dos acusados, Antônio Marques da Silva e Antônio Lucas Bispo, informou que o pedido de revogação da prisão preventiva foi negado. A decisão, tomada na quarta-feira (11), considerou o argumento de custódia cautelar excessiva e a falta de provas da autoria do crime.
Os dois, junto com um terceiro envolvido, Alex Santos, estão presos sob suspeita de terem assassinado Hugo Centurião Enciso e o advogado Cássio de Souza na madrugada de domingo (1º). A defesa alega que os disparos foram realizados por Alex, que possuía a arma, e que não havia elementos suficientes que justificassem a prisão preventiva.
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A defesa também argumentou que a custódia cautelar era excessiva e que poderia ser substituída por medidas cautelares diversas. Após a negativa do pedido, o advogado Rodrigo Elder Lopes Bueno anunciou a intenção de protocolar um habeas corpus.
De acordo com a decisão do Ministério Público Estadual e da Polícia Civil, a prisão preventiva foi mantida para garantir a ordem pública. A defesa de Alex também teve seu pedido de liberdade negado, e há a alegação de que Cássio tomou as dores de Hugo durante a briga que levou aos homicídios.