Restos mortais reacendem mistérios não resolvidos do Maníaco do Segredo

O reaparecimento de restos mortais reacende a dor de famílias e a curiosidade sobre João Leonel, o 'Maníaco do Segredo'.
Restos mortais reacendem mistérios não resolvidos do Maníaco do Segredo

Reaparecimento de restos mortais traz à tona crimes de João Leonel, preso em 2016.

O reaparecimento de restos mortais reacende a dor de famílias e a curiosidade sobre João Leonel, o 'Maníaco do Segredo'.

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O reaparecimento de restos mortais reacende o caso de João Leonel, o "Maníaco do Segredo", preso em 2016 por estupro, roubo e tentativa de latrocínio em Campo Grande. Leonel aterrorizou casais na região da Mata do Segredo entre 2011 e 2016, sendo suspeito do assassinato de Diego Sá Barreto e ligado ao desaparecimento de Naiara e Wellington em 2012, cujos celulares foram encontrados em sua casa. Condenado a 28 anos de prisão, ele nega as acusações, enquanto a descoberta dos novos restos humanos reacende o mistério em torno dos crimes não confessados. Atualmente, João Leonel cumpre pena no Instituto Penal de Campo Grande.

O reaparecimento de restos mortais reacende a dor de famílias e a curiosidade sobre João Leonel, o ‘Maníaco do Segredo’, preso em 2016. O criminoso aterrorizou Campo Grande entre 2011 e 2016.

João Leonel foi condenado a 28 anos de prisão por estupro, roubo e tentativa de latrocínio. Ele atacava casais na região da Mata do Segredo, amarrando os homens e violentando as mulheres.

As vítimas relataram que ele mudava a voz e parecia gravar as cenas.

A prisão de João Leonel ocorreu em agosto de 2016, após ser detido por um roubo de notebook. Uma das vítimas o reconheceu na delegacia, ligando-o a diversos ataques semelhantes. Celulares de dois jovens desaparecidos em 2012 foram encontrados enterrados em sua casa, e ele é suspeito do assassinato de Diego Sá Barreto em 2016.

Investigação e Mistério

Nos processos, ele nega as acusações, contrastando com a violência de seus crimes. A ligação com o desaparecimento de Naiara e Wellington em 2012 permanece sem solução, apesar dos celulares das vítimas terem sido encontrados em sua casa.

A mãe de Wellington relata a frieza no olhar do criminoso.

Atualmente, João Leonel cumpre pena no Instituto Penal de Campo Grande. O caso reacendeu o interesse pela história do principal suspeito, que nunca confessou o crime, após a descoberta de novos restos humanos.