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Renovação de contrato entre Mate Larangeira e Estado de Mato Grosso em 1916

A empresa Larangeira, Mendes e Companhia firmou um novo acordo com o governo do Estado de Mato Grosso, garantindo a exploração dos ervais na região Sul por mais dez anos. O contrato, assinado em 19 de maio de 1916, inclui a arrendação de terras devolutas na fronteira com o Paraguai e o Paraná.
Área marcada: território da Mate Larangeira — Foto: Área marcada: território da
Área marcada: território da Mate Larangeira — Foto: Área marcada: território da

Em 19 de maio de 1916, a empresa Larangeira, Mendes e Companhia, com sede em Buenos Aires, oficializou a renovação do contrato com o governo do Estado de Mato Grosso, estendendo por mais dez anos a exploração dos ervais localizados no Sul do Estado. O acordo estipula que as terras arrendadas estão situadas na zona de fronteira com a República do Paraguai e o Estado do Paraná.

De acordo com os termos do contrato, a área a ser explorada abrange quatrocentas léguas quadradas, escolhidas dentro dos limites definidos. Estes limites iniciam nas cabeceiras do rio Santa Maria, percorrendo os rios Brilhante e Ivinhema, até a serra de Maracaju, e retornando às cabeceiras do rio Santa Maria. A quantia a ser paga anualmente pelo arrendamento das terras é de trezentos e cinquenta contos de réis (350:000$000), englobando também o imposto de exportação da erva mate, que será pago enquanto a produção não superar seis milhões de quilos.

O contrato manteve a cláusula que confere à arrendatária o poder de polícia, conforme estabelecido em acordos anteriores. Na época da assinatura, o Estado de Mato Grosso era presidido pelo general Cetano Manoel de Faria e Albuquerque.

Além disso, o contexto HISTÓRICO da erva-mate na região é destacado em obras que abordam o Ciclo da Erva-Mate em Mato Grosso do Sul, cobrindo o período de 1883 a 1947, o que ressalta a importância econômica e social dessa atividade para o desenvolvimento regional.

Em outro aspecto cultural, o jornalista Sergio Cruz lançou um ROMANCE que mistura ficção e história, narrando a trajetória de um repórter do Rio de Janeiro em busca de um garimpeiro fugitivo que possui um diamante valioso encontrado em ROCHEDO, um GARIMPO no Sul do antigo Mato Grosso, atualmente Mato Grosso do Sul. A narrativa se desenrola entre a África do Sul e Paris, culminando em Cuiabá em 1993, oferecendo uma visão envolvente sobre o passado e os desafios enfrentados na época.