Mais de oitenta mil espectadores estiveram presentes na reabertura do Estádio Azteca, onde o México e Portugal empataram em 0 a 0. A partida foi marcada pela morte de um torcedor que sofreu uma queda ao tentar descer do segundo para o primeiro nível do estádio. A Secretaria de Segurança Civil informou que o homem, de aproximadamente 27 anos, foi atendido por equipes médicas, mas não sobreviveu ao acidente.
Antes do jogo, manifestantes se reuniram nas proximidades do estádio, destacando questões sociais como o desaparecimento de pessoas e a gentrificação. Entre os manifestantes, estava Brenda Valenzuela, que protestou em memória de seu filho desaparecido. Outro grupo de mães de desaparecidos também fez protestos, denunciando a situação de insegurança no país e o alto número de desaparecimentos na região.
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Dentro do estádio, a partida não atendeu às expectativas dos torcedores, que demonstraram impaciência com o desempenho das equipes. Gritos homofóbicos foram ouvidos no final da partida, levando à intervenção do sistema de som do estádio, que tocou a canção 'Cielito Lindo' para tentar abafar os cânticos. Durante o intervalo, os torcedores puderam assistir a um show de luzes e fogos de artifício.
A combinação de um resultado em campo decepcionante e os protestos externos trouxe uma atmosfera tensa ao evento, que deveria ser uma celebração esportiva. O jogo, que não teve gols, deixou os torcedores insatisfeitos e refletiu a realidade social do país.