Um professor de 45 anos foi a um posto de combustíveis em Campo Grande com uma garrafa de gasolina retirada do próprio carro para questionar a qualidade do produto. Ele relatou que o veículo apresentou falhas logo após o abastecimento de 38 litros em um posto da Vila Bandeirantes. Após abastecer, o carro funcionou normalmente por pouco tempo, mas começou a falhar no dia seguinte.
O professor contou que sua esposa teve dificuldades para ligar o carro, que passou a engasgar. Um mecânico, após avaliar o combustível, confirmou a suspeita de adulteração, apresentando a gasolina em uma garrafa e realizando um teste. O professor tentou resolver a situação diretamente com o posto, mas não houve acordo, com o proprietário afirmando que o professor deveria trazer o combustível para ressarcimento.
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Diante da negativa do estabelecimento, o professor voltou ao local com a garrafa e chamou a Polícia Militar. A equipe ouviu as partes, mas informou que não tem competência para verificar a qualidade do combustível. O dono do posto negou irregularidades e afirmou que o combustível vendido está dentro dos padrões de qualidade, sugerindo que o problema poderia ter outra origem.
Sem um acordo, o caso seguirá para órgãos de defesa do consumidor. A Agência Nacional de Petróleo orienta que consumidores guardem a nota fiscal, procurem uma oficina de confiança para drenar o tanque e exijam um laudo técnico antes de tomar medidas legais contra o posto.