O indivíduo que esfaqueou um homem no hipódromo de Campo Grande na noite de sábado (11) teve sua prisão em flagrante convertida em preventiva, conforme decisão tomada nesta segunda-feira (13). A defesa alega que o ato não constituiu uma tentativa de homicídio, mas uma defesa em meio à briga entre competidores.
De acordo com o advogado José Roberto Rosa, a confusão começou quando seu cliente questionou um juiz a respeito de uma possível desclassificação, e a vítima interveio na situação. O advogado argumenta que o réu foi agredido e sofreu ataques com espora durante a discussão, o que teria motivado a reação com o canivete.
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Com informações coletadas, sabe-SE que o esfaqueamento ocorreu cerca de 30 minutos após o início do desentendimento sobre a pontuação da competição. O réu SE aproximou da vítima na pista e, após uma troca de empurrões, desferiu um golpe na clavícula direita do homem.
A defesa ainda menciona que ambos os envolvidos haviam consumido bebida alcoólica, caracterizando o ocorrido como uma fatalidade. Rosa destacou que a situação SE complicou para o autor, que não foi hospitalizado.
Testemunhas relataram que tentaram intervir na briga e conseguiram afastar o autor do incidente. Durante essa ação, uma delas viu o homem jogar o canivete no chão. O suspeito também teria feito ameaças, declarando que o golpe poderia ser fatal e que, SE a vítima não morresse, ele poderia atacar novamente.
Após a audiência de custódia na manhã de segunda-feira (13), a prisão preventiva foi decretada, levando em conta a gravidade da situação. José Roberto Rosa informou que, por ter formação superior, o réu será encaminhado a uma unidade prisional adequada. Ele afirmou que pretende solicitar a revogação da prisão assim que o processo avançar.