Prisão de Maduro pode levar à delação

Prisão de Maduro pode levar à delação

A prisão do ditador venezuelano Nicolás Maduro pelas forças especiais dos Estados Unidos se tornou um evento divisor na geopolítica do continente. A operação foi cirúrgica e estratégica, sem deixar baixas americanas, e resgatou a Doutrina Monroe, que conduziu a política americana no século XIX.

O ex-procurador Deltan Dallagnol explicou que a intervenção americana foi o cumprimento de uma ordem judicial, pois Trump executou um mandado de prisão contra um criminoso, um fugitivo da lei nos Estados Unidos, praticante de crimes como tráfico de drogas. A reação da comunidade internacional foi previsível, com críticas da China e Rússia na Organização das Nações Unidas (ONU) e uma declaração do presidente Lula no Brasil.

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O vereador Guilherme Kilter rejeitou o argumento de soberania, afirmando que o povo deve determinar quem é seu líder e que os venezuelanos não queriam Maduro como presidente. Maduro e sua esposa, Cilia Flores, se apresentaram no Tribunal de Nova York, onde foram formalmente acusados pela Justiça americana e se declararam inocentes pelos crimes ligados a narcoterrorismo, tráfico internacional de drogas e uso de armamento pesado.

A advogada Fabiana Barroso ironizou que, com o choque de realidade na prisão, Maduro pode pensar em uma delação premiada para viver em um lugar com condições melhores. Se a grande mídia e a comunidade internacional condenaram a intervenção americana, o povo venezuelano ganhou um fôlego, dentro do caos civilizacional que se tornou a Venezuela.