Polícia Civil afasta investigadores envolvidos em operação contra contrabando de eletrônicos

Duas autoridades da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul são afastadas de suas funções após serem presas durante operação contra contrabando de eletrônicos
Foto: Comércios do Camelódromo de Campo Grande também foram alvos da operação, q
Foto: Comércios do Camelódromo de Campo Grande também foram alvos da operação, q

O Corregedor-Geral da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul afastou compulsoriamente de suas funções os investigadores Célio Rodrigues Monteiro e Edivaldo Quevedo da Fonseca. Célio e Quevedo foram presos durante Operação Iscariotes, deflagrada pela PF e Receita Federal, na última quarta-feira. Além dos dois, a operação cumpriu mandados contra um policial militar da reserva e três policiais rodoviários federais aposentados.

Na sexta-feira, foi publicada a dispensa dos policiais civis, que perderam os cargos de chefia. Célio, o “Manga Rosa”, tinha função de confiança de chefe de seção na delegacia de Sidrolândia, enquanto Edivaldo atuava na 5ª DP (Delegacia de Polícia) da Capital, também como chefe de seção.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Resumo rápido gerado automaticamente

Clique no botão abaixo para gerar um resumo desta notícia usando inteligência artificial.

Gerar Resumo

Nesta segunda, os investigadores foram afastados compulsoriamente de suas funções. Foi determinado o recolhimento da arma, carteira funcional e demais pertences do patrimônio público destinados aos policiais. Além disso, terão as senhas e logins de acesso aos bancos de dados da instituição suspensos, bem como a suspensão de férias.

A operação Iscariotes cumpriram mandados em Campo Grande e Dourados, sendo alguns nas delegacias e em residências de policiais. Em Minas Gerais, estado que recebia os eletrônicos contrabandeados, são alvos os municípios de Belo Horizonte, Vespasiano e Montes Claros.