Os orelhões estão cada vez mais raros nas ruas do Brasil e a retirada dos aparelhos deve se intensificar em 2026. Com o fim do modelo de concessão da telefonia fixa, empresas passaram a ter autorização para remover os telefones públicos considerados não obrigatórios.
Em dezembro de 2025, o país tinha 38.454 orelhões, número bem inferior aos 84.938 registrados em dezembro de 2024. Antes da pandemia, em janeiro de 2020, o Brasil contava com mais de 200 mil aparelhos.
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Do total atual, 88,1% estão ativos e 11,9% em manutenção. A mudança ocorre após a adaptação dos antigos contratos de concessão do Serviço Telefônico Fixo Comutado para o regime de autorização.
Hoje, os orelhões não são mais a regra, são exceção e são mantidos apenas onde não há um serviço de voz substituto. A exceção foi a Oi, que concluiu a adaptação ainda em novembro de 2024 e pôde retirar os aparelhos não obrigatórios desde então.