Operação Fisco Paralelo investiga esquema de corrupção em São Paulo ligado a empresário de MS

A Operação Fisco Paralelo cumpre mandados em São Paulo para desarticular esquema de corrupção envolvendo servidores da Secretaria da Fazenda e um empresário de MS.
Foto: Pacotes de esmeraldas apreendidos na casa de Celso Éder em agosto de 2025
Foto: Pacotes de esmeraldas apreendidos na casa de Celso Éder em agosto de 2025

A Operação Fisco Paralelo, um desdobramento da Operação Ícaro, está em andamento em São Paulo e visa servidores estaduais da Secretaria da Fazenda. A ação foi desencadeada nesta quinta-feira (26) e busca desarticular um esquema de corrupção que envolve o empresário Celso Éder Gonzaga de Araújo, que já havia sido preso em agosto do ano passado.

Equipes do Gedec do Ministério Público de São Paulo (MPSP) estão cumprindo 22 mandados de busca e apreensão em endereços relacionados a servidores estaduais. As investigações revelaram um esquema de manipulação de procedimentos fiscais, visando ressarcimento indevido de ICMS-ST e créditos acumulados de ICMS, além de possíveis pagamentos de vantagens ilícitas.

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Os mandados estão sendo executados em diversos municípios, incluindo São Paulo, Campinas, Vinhedo e São José dos Campos, com o objetivo de coletar documentos e outros elementos que possam avançar nas investigações. A operação conta com o apoio do Gaeco, CyberGaeco, CIRA e da Polícia Militar.

Celso Éder já enfrentou uma ação penal por um golpe de R$ 48 milhões em Mato Grosso do Sul. Durante a Operação Ouro de Ofir, ele foi preso junto com outros envolvidos, incluindo o dono da Ultrafarma. A investigação aponta que Celso mantinha uma parceria com um fiscal da Secretaria da Fazenda, que também foi preso, e na casa dele foram apreendidos pacotes de esmeralda.