O Governo de Mato Grosso do Sul dará início a uma nova fase de recuperação estrutural da ponte que atravessa o Rio Paraguai na BR-262, localizada em Corumbá. O investimento totaliza R$ 11.727.912,21, e a obra será realizada pela Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) em parceria com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).
A intervenção se concentrará na recuperação integral dos elementos estruturais da ponte, abordando patologias e falhas construtivas que foram identificadas ao longo do tempo. O objetivo é assegurar segurança, durabilidade e confiabilidade a uma das principais vias de acesso ao município e à região pantaneira.
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Serão executados serviços técnicos especializados para o reforço e reabilitação da estrutura. Durante a execução das obras, o tráfego será mantido em sistema de pare e siga, com o uso de plataformas metálicas para a passagem dos veículos. Após a emissão da Ordem de Início de Serviço (OIS) e a instalação do canteiro de obras, interdições programadas ocorrerão a cada 21 dias, preferencialmente aos finais de semana e durante a noite, a fim de minimizar os impactos aos usuários.
O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog), Guilherme Alcântara, ressaltou a relevância da obra para a região. Ele destacou que a recuperação da estrutura contará com soluções definitivas e tecnologia apropriada, sendo a ponte essencial para Corumbá e para toda a área do Pantanal, garantindo segurança e durabilidade para os usuários.
A ponte já havia passado por uma intervenção anterior, com reparos emergenciais realizados pelo Governo do Estado. Na ocasião, técnicas especializadas foram empregadas, incluindo o trabalho de alpinistas para alcançar pontos elevados de difícil acesso, possibilitando a estabilização inicial da estrutura.
Com essa nova etapa, o Estado busca consolidar uma solução definitiva para a ponte, fortalecendo a infraestrutura logística em um dos principais corredores de integração regional, vital para o escoamento da produção, o turismo e a mobilidade da população da região pantaneira.