Namorado de subtenente teria buscado aconselhamento antes de feminicídio em Campo Grande

O namorado da subtenente Marlene de Brito Rodrigues, que foi morta a tiros, pediu aconselhamento para pastor meses antes do crime. Gilberto Jarson é o suspeito.
Foto: Marlene de Brito Rodrigues. (Reprodução, Redes Sociais)
Foto: Marlene de Brito Rodrigues. (Reprodução, Redes Sociais)

Meses antes do assassinato da subtenente da PM, Marlene de Brito Rodrigues, de 59 anos, seu namorado, que tem 50 anos, teria buscado aconselhamento de casal Em Campo Grande. O advogado de defesa de Gilberto Jarson revelou que ele entrou em contato com um pastor para tratar de problemas no relacionamento.

Marlene foi morta a tiros em sua residência no bairro Estrela Dalva na manhã de segunda-feira (6). Embora tenha negado a autoria do crime, Gilberto é identificado como o suspeito do feminicídio. Na audiência de custódia realizada na quarta-feira (8), a Justiça decidiu converter o flagrante em prisão preventiva.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Resumo rápido gerado automaticamente

Clique no botão abaixo para gerar um resumo desta notícia usando inteligência artificial.

Gerar Resumo

O pastor Fernando dos Santos Melo, que atendeu o casal, informou que Gilberto e Marlene já apresentavam dificuldades em sua relação. Ele relatou que foram agendadas duas sessões de aconselhamento, o que indicava a intenção de resolver os problemas conjugais antes do trágico ocorrido.

Após o disparo contra a subtenente, Gilberto foi flagrado em uma ligação com o pastor, segurando a arma na mão. A defesa esclareceu que a relação entre eles não influenciaria no caso, enfatizando que o advogado atua para garantir os direitos do cliente de forma imparcial.

Gilberto apresentou versões contraditórias durante os relatos sobre o incidente. Inicialmente, afirmou que buscou Marlene em seu trabalho e, ao chegarem em casa, as situações se desenrolaram de maneira inesperada.

A Polícia Civil está atenta a possíveis erros ou desleixos durante a investigação, com canais abertos para denúncias através da Corregedoria da Polícia Civil de MS e do Grupo de Atuação Especial de Controle Externo da Atividade Policial do Ministério Público.