Mutirão vistoria mais de 2 mil residências e combate chikungunya nas aldeias de Dourados

Um mutirão na Reserva Indígena de Dourados vistoriou 2.255 moradias em três dias e encontrou 589 focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da chikungunya.
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O mutirão realizado pela Secretaria Municipal de Saúde teve como foco o combate à epidemia de febre chikungunya na Reserva Indígena de Dourados, onde foram vistoriadas 2.255 moradias em três dias. As ações, que contaram com o apoio de diversas secretarias e órgãos, identificaram 589 focos de larvas do mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão da doença.

Participaram da operação 77 agentes de endemias e 20 agentes de saúde indígena. Durante o mutirão, foram realizados tratamentos químicos em 1.156 moradias e borrifações em 43 casas das aldeias Bororó e Jaguapiru. Os agentes aplicaram inseticidas utilizando nebulizadores de aerosol a frio, além de enfatizarem a importância da colaboração da população para eliminar pontos de água parada.

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No primeiro dia, 171 focos do mosquito foram identificados em 664 imóveis, e 288 casas receberam tratamento específico. No segundo dia, 849 moradias foram vistoriadas, com 360 casas recebendo tratamento, e 211 focos de larvas localizados. A maioria dos focos estava em caixas d’água, garrafas pet e outros recipientes.

Apesar das condições climáticas adversas, as atividades prosseguiram com o objetivo de vistoriar o maior número possível de residências. Atualmente, há 99 casos confirmados de chikungunya na reserva e 183 notificações em investigação.