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Mulher é presa por alugar quintal para tráfico de drogas em Campo Grande

Uma mulher de 24 anos foi detida ao alugar o quintal de sua casa para traficantes arremessarem drogas para presídios. A PM apreendeu 1.160 gramas de entorpecentes durante a abordagem.
Imagem ilustrativa. (Reprodução, Freepik) — Foto: Imagem ilustrativa. (Reproduçã
Imagem ilustrativa. (Reprodução, Freepik) — Foto: Imagem ilustrativa. (Reproduçã

Uma mulher de 24 anos foi presa pelo Batalhão de Choque da Polícia Militar em Campo Grande, no Jardim Noroeste, após ser flagrada alugando o quintal de sua residência para traficantes realizarem arremessos de drogas, conhecidos como 'pombos', para dentro de um presídio. A ação ocorreu durante patrulhamento nas imediações da unidade prisional.

Durante a abordagem, os policiais notaram um homem suspeito em frente a uma casa sem muros, que ao perceber a presença da equipe militar, tentou fugir pulando os muros nos fundos do imóvel. Os policiais então se dirigiram à residência, onde encontraram a mulher que, ao ser questionada, revelou que estava alugando o espaço para que criminosos arremessassem drogas utilizando drones. Contudo, ela não conseguiu identificar esses traficantes.

O boletim de ocorrência registra que na residência foram apreendidas várias embalagens destinadas ao envio de drogas, além de um controle de drone, totalizando 1.160 gramas de entorpecentes. Diante da situação, a mulher foi presa em flagrante sob a acusação de tráfico de drogas e encaminhada para a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Cepol.

Após a detenção, os policiais receberam uma denúncia indicando que haveria mais entorpecentes na casa vizinha, supostamente jogados pelo homem que havia fugido. Os militares realizaram buscas no local, mas não encontraram nada. Em uma área próxima, foi descoberto um tablete de maconha em um terreno baldio, indicando a continuidade da atividade criminosa na região.

As ações do Batalhão de Choque demonstram o empenho das forças de segurança no combate ao tráfico de drogas em Campo Grande, especialmente em áreas adjacentes a presídios, onde a prática de arremessos de entorpecentes é uma preocupação constante.