Morenão pode ter novo nome e gestão privada por até 35 anos após cessão ao governo

O Morenão, estádio da UFMS, poderá mudar de nome e ser administrado pelo governo em concessão que pode durar até 35 anos, visando reformas e exploração comercial.
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O Estádio Universitário Pedro Pedrossian, conhecido como Morenão, pode passar por uma mudança significativa. A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) formalizou a cessão do espaço ao Governo do Estado, que poderá administrar, reformar e explorar o complexo comercialmente. Isso inclui a possibilidade de negociação de naming rights, onde empresas podem associar suas marcas ao nome do estádio.

O acordo permite que o Estado explore economicamente o local, com opções como bares, camarotes, estacionamento, publicidade e eventos. A receita gerada ficará com o governo ou parceiros privados, sem participação da UFMS. Apesar de ser uma cessão onerosa, não haverá repasse direto de recursos; o Estado arcará com custos como energia, água e segurança, além de investir na recuperação do estádio.

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Fechado desde 2022, o Morenão precisa de várias intervenções para reabrir. O governo anunciou um investimento inicial de R$ 16,7 milhões para reformas emergenciais, que incluem melhorias em banheiros e adequações de segurança. O termo de cessão determina que, até julho de 2028, estudos de viabilidade para concessão do estádio devem ser concluídos, podendo a gestão ser transferida à iniciativa privada por até 35 anos.

Além do futebol, o plano inclui a realização de shows e eventos, transformando o Morenão em um espaço multiuso. Apesar das mudanças, a propriedade do estádio permanece com a UFMS, que deve garantir o uso para atividades de interesse público. O acordo visa resolver impasses que dificultavam a utilização do estádio e abrir espaço para investidores interessados no projeto.