Mato Grosso do Sul alcançou o sétimo óbito por chikungunya em março de 2026, tornando o mês o mais letal da série histórica da doença. O estado responde por 47% do total de 15 mortes registradas no Brasil até o momento. Os dados revelam um aumento significativo em relação a anos anteriores, especialmente 2025, quando houve apenas uma morte registrada até o mesmo período.
Os números mostram que a chikungunya, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, apresenta sintomas severos, com um intervalo crítico entre o início dos sintomas e o óbito, que pode ser de até três semanas. Historicamente, o estado já teve anos sem registros de mortes pela doença, mas a situação atual é preocupante, com 2025 já tendo encerrado com o maior número de vítimas da série histórica.
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Em 2026, a transmissão ativa da chikungunya é observada em Dourados, onde um homem de 73 anos foi a primeira vítima a falecer. Outros casos incluem uma mulher de 69 anos e um bebê de três meses, ambos também sucumbindo à doença em um curto espaço de tempo após o início dos sintomas. A escalada de casos em 2025 já era visível desde os primeiros meses do ano, com mais de 2.100 casos prováveis registrados até março.
A situação exige atenção redobrada dos serviços de saúde locais, que enfrentam pressão devido ao número crescente de casos. A mortalidade por chikungunya em 2026 destaca a necessidade urgente de medidas de controle e prevenção para frear a propagação da doença no estado.