O deputado federal Marcos Pollon, uma figura proeminente da direita em Mato Grosso do Sul, tornou-se o mais novo solteiro na política local ao se separar de sua esposa, Naiane Bittencourt. A informação se torna relevante, especialmente considerando que Naiane é a presidente do PL Mulher no Estado e não publica fotos ao lado de Pollon há meses. No ano anterior, o deputado havia lançado Naiane como pré-candidata à deputada federal, o que despertou interesse na tática política utilizada pelo casal.
Em uma questão que envolve o Ministério Público de Mato Grosso do Sul, a discussão sobre as eleições antecipadas nas mesas diretoras das câmaras municipais ganhou força. O MP recomendou a anulação da votação ocorrida em Rochedo, onde os vereadores, em 1º de janeiro de 2025, definiram quem irá dirigir a Casa até 2028. A recomendação foi Publicada No Diário Oficial do MP no dia 13 de setembro e direcionada ao presidente da Câmara Municipal, Edgar de Souza Rezende.
O Ministério Público argumenta que as eleições internas antecipadas representam um desvio de princípios constitucionais, principalmente pela falta de contemporaneidade entre a eleição e o exercício efetivo do mandato na mesa diretora. Essa prática de escolha de gestões futuras, em um cenário político que pode mudar drasticamente, levanta questões sobre a legitimidade dos representantes escolhidos.
Nesta mesma linha de movimentações, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul decidiu gastar R$ 33,5 mil sem licitação para a realização de um curso sobre “gestão de riscos em contratações” para 25 participantes. Essa despesa representa cerca de R$ 1,3 mil por pessoa e acontece em um contexto de licitações abertas para diversas funções, incluindo motoristas e auditores.
Além disso, a Prefeitura de Sonora cancelou a contratação de uma empresa encarregada de organizar um concurso público, após a celebração de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). Essa decisão pôs fim a uma investigação que tramitava no Tribunal de Contas sobre possíveis irregularidades na dispensa de licitação. Durante o processo, a própria administração municipal decidiu anular o certame.
No âmbito financeiro, a União autorizou a Prefeitura de Terenos a utilizar R$ 20 milhões em um financiamento com o Banco do Brasil, dentro do Programa Eficiência Municipal. A União atuará como garantidora do empréstimo, que será destinado a investimentos, enquanto a prefeitura deverá oferecer contragarantias, como receitas futuras do FPM, que podem ser bloqueadas em caso de inadimplência.
