Mãe e amigos reclamam de ineficácia de medidas protetivas após morte de jovem em MS

A morte de uma jovem de 25 anos em Campo Grande, após ter convulsões na casa do namorado, reforça a necessidade de mudanças nas medidas protetivas contra violência doméstica.
Foto: Amigos e familiares dão o último adeus à Ludmilla. (Foto: Reprodução/ Henr
Foto: Amigos e familiares dão o último adeus à Ludmilla. (Foto: Reprodução/ Henr

Neste Dia Internacional da Mulher, amigos e familiares de uma jovem de 25 anos se despediram dela, que morreu após ter convulsões na casa do namorado, localizada em Campo Grande.

O pai da vítima se revoltou com a ineficácia das medidas protetivas. Ele acredita que os suspeitos de violência contra a mulher deveriam ser presos antes que a situação violenta se agravasse.

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“Eu fico indignado com esse negócio de medida protetiva. Quem a salvou? Foi medida protetiva? Não foi. Mulher tem medida protetiva para quê? Para a pessoa chegar lá e matar e ficar por isso mesmo? Não dê medida protetiva, prenda. A mulher deu parte, a polícia vai lá e prende. Tem que mudar essa lei”, protestou o pai durante o velório da filha.

A família acredita que o suspeito deveria ter sido preso em flagrante. O advogado da família, Jossandro Oliveira, fez críticas contundentes à atuação da polícia no caso. Na visão do jurista, o suspeito deveria ter sido preso em flagrante, uma vez que todo conjunto probatório demonstra que existe materialidade e autoria.