O delegado Danilo Mansur, responsável pelo caso de homicídio, revelou que a alegação de legítima defesa não é válida. Segundo ele, o fato do autor do crime ter feito o primeiro disparo e, em seguida, ter ido até a vítima e feito o segundo disparo, afasta a hipótese de legítima defesa.
O gerente da empresa de segurança, que teria acionado Bernal sobre a suposta invasão a sua casa, revelou ter ouvido dois disparos, com intervalo entre eles. Isso, segundo o delegado, não há legítima defesa.
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Bernal se entregou à delegacia com o relato de que duas pessoas haviam invadido sua casa. Relatou, ainda, que não sabia o que havia acontecido com a pessoa baleada.
Contudo, a defesa de Bernal afirma que o que houve foi uma legítima defesa. Segundo o advogado Oswaldo Meza, 'o que houve foi uma legítima defesa. Você não sabe se a pessoa tá armada, a pessoa arrombou sua porta, veio pra cima de você'.