A Justiça negou habeas corpus e manteve preso o acusado de matar o padeiro em churrascaria de Cassilândia. O crime ocorreu na madrugada de 4 de fevereiro, quando o acusado assassinou o padeiro com vários golpes de canivete.
A defesa do acusado entrou com pedido de rejeição da denúncia, mas teve a solicitação negada pelo Judiciário.
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O TJMS entendeu que havia prova do crime e que as medidas alternativas seriam insuficientes.
A primeira audiência de instrução e julgamento do caso foi marcada para 22 de junho.