Justiça condena autores de atos antidemocráticos em 8 de janeiro

Pessoas envolvidas em ataques às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023 receberam penas de até 17 anos de prisão.
Justiça condena autores de atos antidemocráticos em 8 de janeiro

Pessoas envolvidas em ataques às sedes dos Três Poderes receberam penas de até 17 anos de prisão

Entre as mais de 1.400 pessoas detidas por participação nos ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília, no dia 8 de janeiro de 2023, algumas ganharam destaque em razão dos atos que lhes foram atribuídos e das imagens registradas, que circularam pelo Brasil e pelo mundo. Grupos de direita e de esquerda transformaram essas pessoas em personagens simbólicos do episódio que marcou a história recente do país — seja para defender o combate a investidas contra a democracia, seja para criticar supostos excessos do Judiciário no tratamento dado aos acusados de participar da invasão.

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Três anos após o episódio, a Justiça relembra o que aconteceu com a mulher que usou um batom para escrever ‘perdeu, mané’ na estátua da Justiça; com o homem que quebrou o relógio de Dom João VI; com o manifestante que sentou e gravou um vídeo na cadeira do ministro do STF, Alexandre de Moraes; entre outros personagens que se tornaram símbolos dos ataques. Débora, a cabelereira que escreveu ‘perdeu, mané’ na estátua da Justiça, foi condenada a 14 anos de prisão, além do pagamento de multa e indenização por danos morais coletivos.

Antônio Cláudio, que quebrou o relógio de Dom João VI, foi condenado a 17 anos de prisão, além de multa. Fábio Alexandre, que sentou na cadeira do ministro Alexandre de Moraes e gravou um vídeo, foi condenado a 17 anos de prisão, além do pagamento de indenização por danos morais coletivos.