O ministro de Esportes do Irã, Ahmad Doyanmali, anunciou que o país não irá mais competir na Copa do Mundo 2026. A decisão ocorre em meio a um conflito no Oriente Médio, envolvendo ataques dos Estados Unidos e Israel. A Fifa ainda não se posicionou sobre a situação e as possíveis soluções para a saída da seleção iraniana do torneio, mas o Iraque e os Emirados Árabes são cogitados como alternativas caso uma substituição seja necessária.
Recentemente, dirigentes da Fifa se reuniram para discutir a guerra no Oriente Médio, embora tenham descartado a mudança de local ou adiamento do torneio. A participação do Irã, no entanto, permanece incerta. Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, manifestou apoio à seleção iraniana por meio de uma mensagem do presidente da Fifa, Gianni Infantino.
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De acordo com as regras da Fifa, a entidade pode determinar a solução para a desistência de uma seleção a seu critério. Caso um substituto seja escolhido, uma possibilidade é conceder a vaga ao Iraque, que participará da repescagem mundial no México. A equipe irá enfrentar o vencedor do confronto entre Bolívia e Suriname. Se o Iraque perder, os Emirados Árabes, que foram a melhor seleção asiática a não se classificar, podem ser considerados.
Outra alternativa seria a inclusão do perdedor do duelo entre Bolívia e Suriname. Esse sistema, chamado de “lucky loser”, permite que um time herde a vaga de outro que desistiu. O Irã tem partidas agendadas em junho contra Nova Zelândia, Bélgica e Egito, e a Fifa prevê multas para equipes que abandonarem a competição, além de possíveis sanções à Federação Iraniana de Futebol.