O chefe de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, chamou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, de assassinos. Isso ocorreu em resposta a uma mensagem do mandatário americano que pediu para que os protestos contra o regime islâmico continuem no país persa.
Larijani declarou os nomes dos principais assassinos do povo iraniano, citando Trump e Netanyahu. O presidente americano havia pedido ao povo iraniano para tomar suas instituições e guardar os nomes dos assassinos e abusadores, que pagariam um preço alto.
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Trump também disse que cancelou as negociações com autoridades iranianas até que o massacre sem sentido dos manifestantes pare e que a ajuda está a caminho. Grandes protestos contra o regime teocrático do Irã estão sendo realizados desde a última semana de dezembro, com o regime respondendo de forma violenta, resultando em mais de 1,8 mil mortes e mais de 16 mil prisões.
O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, publicou imagens de manifestações pró-regime e alegou que a nação iraniana viveu um dia histórico, afirmando que os protestos antirregime islâmico teriam sido orquestrados fora do país e neutralizados pelos atos a favor da ditadura iraniana.