O 15º Plano Quinquenal da China, que abrange o período de 2026 a 2030, visa fortalecer os avanços científicos e a implementação da Inteligência Artificial (IA) em sua estrutura econômica. Em contrapartida, quatro das principais empresas de tecnologia dos Estados Unidos estão projetando um investimento em Inteligência Artificial que pode alcançar US$ 650 bilhões até 2026. Esses dados indicam um esforço para garantir a liderança tecnológica de ambas as nações no campo da IA.
No Brasil, o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) estabelece uma previsão de investimento de R$ 23 bilhões entre 2024 e 2028. A Universidade de São Paulo (USP) tem se destacado como uma das instituições que priorizam a IA, criando um escritório especificamente voltado para a transformação digital e o desenvolvimento de soluções em Inteligência Artificial.
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
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A revolução trazida pela IA é muitas vezes comparada a marcos históricos como a Revolução Industrial, que ocorreu na segunda metade do século 18, e o crescimento explosivo da Internet, que se deu nos anos 1990 e na primeira década de 2000. Essa tecnologia é considerada uma prioridade estratégica em diversas organizações, tanto públicas quanto privadas, no cenário atual.
Estudos recentes abordam como as empresas podem integrar a IA em seus modelos de negócios, destacando um artigo de Jeffrey Shay e Thomas Davenport, professores da Babson College, que explora diferentes tipos de startups de IA. Além disso, uma publicação da McKinsey analisa a cadeia de valor da IA, contribuindo para a compreensão das oportunidades disponíveis nesse setor.
Os modelos de IA são um conjunto de abordagens que se enquadram nos negócios baseados em ciência e tecnologia, apoiando o desenvolvimento (Dev) e a operação (Ops) de sistemas de aprendizado de máquina. Empresas como Amazon, Google e Microsoft são exemplos de organizações que oferecem soluções nesse campo.
A análise dos modelos de negócios relacionados à IA é crucial, pois é necessário lidar com recursos que podem ser limitados. Portanto, compreender as vocações de países, regiões, universidades e instituições de pesquisa se torna fundamental para direcionar estratégias de adoção e desenvolvimento de competências em IA.